A imigração européia no Brasil

pela ótica da Internet

Eva Hlávková, 2007

 

Desde a chegada dos navios europeusmais precisamente, portugueses – ao Brasil, no ano de 1500, esse território da América do Sul – no qual se constituiria muito mais tardeRepública Federativa do Brasil – pode ser considerado uma área de imigração. Apesar de os primeiros imigrantes não terem transmigrado para voluntariamente – lembremo-nos dos desterrados da Carta de Pero Vaz de Caminha –, o Brasil recebeu desde então milhares de pessoas do mundo inteiro. Muitas dessas partiram com a idéia de ganhar fortuna e retornar para o seu país de origem; outras foram estimuladas por uma esperança de melhores condições de vida na nova pátria. Independentemente dos motivos, a imigração aconteceu de maneira mais ou menos contínua até aos nossos dias.

O objetivo deste texto é esboçar, especificamente, como a imigração européia no Brasil é descrita e como a imagem dos imigrantes europeus que vivem repercute na Internet. Trata-se, portanto, de um recorte bastante específico do desenho da imigração. Para observar essa representação, definimos como material de análise os sites produzidos pelos imigrantes ou pelos descendentes de imigrantes e os materiais produzidos pelo Brasil – e pelos brasileirossobre a imigração – e sobre os imigrantes. É preciso ficar claro que não se trata de um trabalho histórico ou estatístico em torno da imigração no Brasil. Nosso intuito é, antes, refletir e escrever sobre a imagem construída e propagada, graças à Internet, a respeito do imigrante, principalmente no que diz respeito à consciência de sua origem, à a tentativa de manter viva sua identidade e ao seu grau assimilação à cultura brasileira. Este texto procura, enfim, descrever o espaço que a imigração e os imigrantes construíram na e pela internet (meio que encurta o caminho de comunicação entre esses povos e seus compatriotas).

Fomos motivados, inicialmente, pela curiosidade em conhecer a realidade dos imigrantes tchecos no Brasil. Dessa forma, pensavámos em conhecer como os nossos conterrâneos e a nossa cultura viviam (e sobreviviam) em um outro continente. Mais precisamente, em um país onde se fala a língua que estudamos. Ao conhecer um pouco sobre a realidade do Brasil, nossa curiosidade cresceu. E nossa pesquisa também...

Os imigrantes procederam do mundo inteiro. Tivemos acesso a histórias de pessoas dos quatro continentes que se instalaram na terra descoberta por Pedro Álvares Cabral, e, mesmo que não tenhamos encontrado na internet, por exemplo, informações sobre australianos no Brasil, cremos que alguns vivem . Mas, como o nosso intuito não é o de retratar toda a imensa complexidade do povo brasileiro, deixemos de lado a África, a Ásia, a Oceania e a América, e concentremo-nos, daqui por diante, ao chamado Continente Velho: a Europa.

Primeiramente, temos que definir que concepção adotamos da noção "imigração européia". Podemos determiná-la, obviamente, como o conjunto de pessoas provenientes de países europeus que foram para o Brasil. Consultando o portal da União Européia, encontramos quarenta e nove[1] estados (e países) divididos em três categorias: estados-membros da UE, países candidatos e outros países da Europa. Nos dois últimos grupos figuram, entre outros, estes estados: Armênia, Azerbaijão, Geórgia e Turquia, os quais nem todos os europeus consideram como situados na Europa.

Ao preparar a análise proposta dos sites encontrados, o nosso objetivo era discutir sobremaior número possível de estados europeus. Sem se prender à classificação acima mencionada, temos que nos conscientizar, porém, de que nos séculos XIX e XX uma grande parte dos países europeus não existia na forma tal como a conhecemos hoje: ou formavam parte de um estado maior (caso da República Tcheca), ou eram divididos em pequenas monarquias (caso da Itália). Por conseguinte, nem sempre encontramos dados sobre a imigração de todos os estados ou países hoje reconhecidos como europeus. Por exemplo, da Eslovênia não encontramos nenhuma informação.

Voltando à noção de "imigração européia", deparamo-nos ainda com uma segunda possibilidade de abordar o assunto: é a abordagem do ponto de vista lingüístico, segundo a qual se dividem os imigrantes não por nacionalidades, mas pelas línguas que falavam. Essa aproximação parece-nos particularmente útil quando se trata de povos de línguas germânicas. Se quiséssemos escrever somente sobre os imigrantes da Pomerânia, como o faríamos? Distinguiríamos os que provieram da futura Alemanha daqueles originários da futura Polônia? Não acreditamos que os anais tivessem pormenores, sobre a origem dos imigrantes, suficientes para essa divisão ser realizável. E, dada a impossibilidade de tal distinção, lamentamos que os autores dos sites analisados não explicitem e não previnam os leitores da falta de documentos; aliás, o conteúdo poderia, assim, tornar-se mais respeitável.

Temos dois exemplos. Por um lado, no site do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, dedicado à comemoração dos 500 anos de povoamento do Brasil, encontramos, entre as regiões de origem dos imigrantes alemães, além de regiões da Alemanha, também a Bohêmia, a Pomerânia e até a Suíça, sem falar dos teutos do Volga! Por outro lado, há sites que discriminam nacionalidade e língua alemãs, como por exemplo, o Fala Brasil (cf.  Artigo mencionado a respeito do site Fala Brasil, no item “Imigração por estados – Alemanha, no anexo).

É interessante explicitarmos como são concebidos e qual tipo de conteúdo oferecem os sites aos quais tivemos acesso (uma lista de todos os sites encontrados e analisados é apresentada ao final do texto). Quanto à concepção, há três possibilidades: ora o autor escreve sobre o fenômeno da imigração de uma maneira geral; ora o seu objeto de interesse é restringido a um grupo étnico ou uma área brasileira; ora se trata de um site cujo objetivo não parece ser informar sobre imigração.

Ao primeiro grupo pertence o site, acima referido, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que pode ser considerado um bom resumo, e de fácil orientação, a respeito dos mais numerosos grupos étnicos de imigrantes oriundos ou não da Europa. O leitor pode consultar páginas sobre as regiões de origem e de destino da comunidade, as razões e condições de emigração e, igualmente, sobre a integração dos imigrantes à sociedade nacional. Os textos são acompanhados de fotos e imagens, o que os faz mais atraentes, e não faltam tabelas (com dados sobre, por exemplo, estimativas de emigração.) nem diagramas correspondentes. Apreciamos também o site Imigração construção da nação, do Ministério das Relações Exteriores, onde o autor Boris Fausto (em cooperação com Giralda Seyferth, autora de um artigo sobre imigração alemã) resume breve e claramente a história imigratória. Esse resumo parece tão conveniente que dois outros sites aproveitaram suas informações:  Diasmarques e Projeto imigrantes, este orientado a obter lucro ao oferecer serviços como pesquisa sobre antepassados e uma espécie de "certificados de origem" aos imigrantes ou descendentes de imigrantes. Outros dois sites, Sua pesquisa e História do Brasil, apresentam um texto idêntico sobre história imigratória sob dois títulos distintos, sem precisar a sua origem (como o segundo oferece uma bibliografia ao final, esperaríamos que lá pudéssemos ter acesso a informações sobre o texto autêntico).

Encontramos ainda um conjunto de sites cujo interesse se restringe a um grupo étnico ou uma área brasileira. Diríamos que os mais ativos ou mais numerosos são os autores que escrevem sobre falantes de baixo-alemão e seus descendentes, e sobre falantes de alemão em geral (como Nu is de Welt platt! ou Brasil Alemanha. Ambos oferecem endereços de instituições e organizações referentes a essas línguas. Cf. em anexo, no  item “Imigração européia por estados – Alemanha”); encontramos também, materiais sobre italianos (por exemplo, o estudo sociolingüístico de Bernardete Soldatelli Oliboni. Cf em anexo, no item “Imigração européia por estados – Itália”.) e até sobre tchecos e eslovacos (uma lista de associações culturais de compatriotas é accessível no site Krajane.net. Cf em anexo, no item “Imigração européia por estados – República Tcheca” ).

Em relação aos sites do terceiro grupo, convém mencionar a enciclopédia virtual Wikipédia, a qual fornece informação não-autorizada (como muitos outros sites), mas pode, apesar do conteúdo nem sempre confiável, suscitar o interesse do leitor e levá-lo a pesquisar mais pormenores. Dessa enciclopédia, por exemplo, aludem ao tema de nosso interesse, por exemplo, os artigos sobre pomeranos, sobre imigração alemã e italiana no Brasil ou, ainda,  sobre os estados do Sul que acolheram grande parte dos imigrantes: Rio Grande do Sul, Santa Catarina. Há até mesmo informações sobre municípios como Roque Gonzales, cidade colonizada inicialmente por teuto-brasileiros, oriundos de antigas colônias alemãs.

Também nesse terceiro grupo encontramos ofertas de livros (recurso inestimável de bibliografia), artigos jornalísticos (como o de Nova Petrópolis - Cf em anexo, no item “Imigração européia por estados – República Tcheca” - ou o sócio-ecológico da Vila Pavão – Cf. em anexo, no item “Imigração européia por estados  Alemanha, Itália, Polônia, Portugal”), o portal da Enciclopédia das Línguas no Brasil (Cf em anexo o item “Línguas em geral”), o portal Luteranos (Cf, em anexo, os items “Línguas em geral”, “Religião” e “Imigração por estados – Alemanha”) ou Orkut. Os últimos sites mencionados informam principalmente sobre os descendentes de imigrantes.

Antes de apresentar as informações referentes às regiões de destino de imigrantes europeus e à situação atual dos seus descendentes extraídas dos sites analisados, temos de me deter um pouco em explicar o que é Orkut e para que pode servir às pessoas que visam a conhecer o fenômeno da imigração européia.

O Orkut é um portal destinado essencialmente  a pessoas que desejam procurar contatos e novas amizades na Internet. Antes de iniciarmos este trabalho, tínhamos a informação de que era impossível aceder ao portal sem convite de alguém nele registrado. Entretanto, parece-nos que os regulamentos mudaram. Agora é possível acessar o portal direta e gratuitamente quem quer que seja à condição que possua um endereço eletrônico referente ao Gmail[2] ou que preencha o formulário disponível para registro e aceite as condições de uso. Uma vez registrada, a pessoa interessada no tema da imigraçãocomo é o nosso caso - pode procurar informações, por critérios de nacionalidade, comunidades de descendentes e de imigrantes recém-chegados ao Brasil, ou escolher alguma das comunidades dedicadas à totalidade da imigração européia; e, por via de contatos direitos com os participantes do serviço, pode saber mais sobre vida, hábitos e tradições desses imigrantes. A título de exemplo, inserimos ao final deste trabalho uma tabela com uma pequena lista de comunidades, com dados como números aproximados de seus membros e localização inscrita pelo fundador da comunidade. Além das mencionadas, há comunidades que reúnem pessoas segundo sobrenome, religião e outros critérios que, de alguma forma, referem-se à questão da imigração e da presença de estrangeiros no Brasil. É preciso chamar a atenção para o fato de que o número de membros das comunidades aumenta de dia para dia.

Seguem descrições das regiões de destino de imigrantes europeus e da sua situação atual. Se não escrevemos sobre algum grupo étnico, é por falta de recursos na Internet.

            Iniciaremos a discussão pela situação da imigração referente à Alemanha.

Segundo Emílio Willems, mencionado pelo site do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e segundo outras fontes mencionadas na bibliografia, as colônias alemãs se concentraram nas regiões do Sul o do Sudeste brasileiro. Mas os colonos nem sempre ficaram somente em um lugar: às vezes, mudaram-se para territórios situados mais ao norte (em relação à região Sul do Brasil), para estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Bahia. Sendo grande parte deles de religião evangélica, uma rede de igrejas luteranas se expandiu no território.

Sabe-se que em 1939 foi proibida a alfabetização em língua estrangeira (Cf.. Ilari & Basso). O Estado Novo de Getúlio Vargas codificou, assim, através da implantação do português em todas as escolas, uma tentativa de nacionalização forçada de imigrantes (Cf. Bolognini e Payer). Como é que os povos conseguiram manter até o presente a fascinante diversidade lingüística que mostra a Enciclopédia das Línguas no Brasil (ELB)[3]? No caso dos imigrantes de línguas alemãs, a resposta pode ser: graças ao longo isolamento e homogeneidade das colônias e graças a um forte sentimento de tradicionalismo dos imigrantes. Parece que os teuto-brasileiros nunca deixaram de ser teutos.

Além disso, conforme lemos em um artigo no site da ELB, a partir dos anos 1980, o contexto sócio-histórico dos imigrantes começa a ser melhor divulgado, porque especificidades culturais e regionais assomam na mídia e estimulam "um revigoramento da memória, da língua e da história dos brasileiros provenientes da imigração". Temos como exemplo a Oktoberfest brasileira em Blumenau (uma das mais típicas referências da cultura alemã no Brasil).

Quais línguas alemãs são faladas no Brasil? Ao baixo-alemão pertence o holandês e o pomerano. O hunsrückisch riograndense deve o seu nome à região de origem e de destino dos imigrantes, e lingüistas o classificam como uma variedade do médio-alemão. E o chamado Hochdeutsch, o alemão padrão, e o idich colocam-se no terceiro grupo, o do alto-alemão.

O alemão é falado atualmente nos três estados da região do Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no Espírito Santo (Cf.. Bolognini e Payer). O Hochdeutsch é a língua oficial dos serviços religiosos, de festividades e dos textos escritos, mas praticamente não faz parte do dia a dia do lar familiar. Neste texto, centralizaremos a nossa atenção em duas línguas: o hunsrückisch e o pomerano.

O hunsruckisch riograndense é falado por parte da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O epíteto "riograndense" deve-se ao fato de não ser idêntico ao Hunsruckisch da Alemanha, visto que a forma brasileira sofreu influência do português e de outras línguas presentes ao seu redor. Ainda hoje um número considerável de pessoas usam o hunsrückisch em seus lares e em eventos comunitários, especialmente nos espaços rurais; e as estimativas quanto ao número de pessoas que conseguem falar hunsrückisch mais ou menos fluentemente estão na casa dos milhões (Cf.. Plenarinho, Wikipedia).

O pomerano é tesouro brasileiro, porque o Brasil acabou por ser o único país ondelíngua sobreviveu. Pomeranos vivem no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Espírito Santo e em Rondônia. Por muito tempo, desconhecida a grafia da língua, o pomerano mantinha-se na forma oral. Somente no ano passado foram publicados os dois primeiros livros, comobjetivo de formação de professores (Cf. o artigo do portal Luteranos.). Segundo Jacobsen, a nova geração está cada vez mais consciente da necessidade de manutenção e valorização da sua identidade própria. Existem uma rádio e um jornal pomerano no Espírito Santo e várias instituições comunitárias. Sustentam-se hábitos como a noiva casar-se vestida de preto. É possível encontrar música típica tocada a concertina (instrumento de família do acordeão). O artigo de Nunomura  ilustra que a ressurreição de tradições pode mesmo servir como forma de protesto contra o perigo de extinção da língua[4].

A Antiga República Jugoslava da Macedônia é um estado novo e, o que talvez seja mais relevante, é um estado relativamente pequeno; talvez por isso não figure nas estatísticas imigratórias. O Orkut, entretanto, pode servi-nos de prova de que possivelmente alguns macedônios tentam a sua sorte no Brasil Encontramos, no portal, a comunidade chamada Brasil & Macedônia, que conta com 63 membros (Cf.. a tabela em anexo).

Em relação à Áustria, as estatísticas do Memorial do Imigrante estimam que haja por volta de 5 000 austríacos e descendentes no município de São Paulo. Além disso, inicialmente, instalaram-se também no Espírito Santo (Cf. Deutsche Welle).

No início do século XIX, a Bélgica fez parte da França e dos Países Baixos sucessivamente. Como uma parte dos belgas fala francês e a outra, flamengo (língua ou dialeto parente do holandês), temos de admitir que os hipotéticos imigrantes belgas podem ter sido inscritos nos anais sob nacionalidade francesa ou holandesa. Há, todavia, descendentes de belga conscientes da sua origem, como aqueles que constituem o grupo "Descendentes de Belga" no Orkut (Cf. Tabela em anexo).

A respeito de imigrantes provenientes da Bulgária é também difícil encontrar indícios na Internet; no entanto, mais uma vez graças ao Orkut, descobrimos uma associação cultural cuja missão consiste em preservar as tradições tanto búlgaras como gagauzas da Bessarábia[5].

O não numeroso grupo de imigrantes provenientes da Dinamarca manifesta-se também no Orkut, onde existe a comunidade "Família Larsen e Agregados", o que mostra como portal pode facilitar o contato entre familiares distanciados, que têm em comum uma origem fora do Brasil.

Da Eslováquia, ligada durante setenta anos com a Tchéquia no estado comum (a antiga Tchecoslováquia), não encontramos indícios na Internet, senão no Orkut, como é o caso dos quatro estados precedentes. É curioso o fato de que, além da "Comunidade Brasil-Slovensko", seja fundada também a comunidade "Tchecos e Eslovacos no Brasil". É verdade que os dois povos são muito próximos lingüística e culturalmente, e essa associação em um "clube comum" julgamos uma idéia interessante. Ao mesmo tempo, percebemos como ainda persiste,mesmo que indiretamente, a idéia de “união” dos dois paises, que, não raramente, são vistos comum uma única unidade.

Em relação às demais etnias européias, os imigrantes da Espanha caracterizaram-se por constituírem a terceira maior imigração para o Brasil (Cf.Boris Fausto; Brasil Escola). O espanhol, porém, não figura entre as línguas do Brasil na ELB! Os espanhóis se concentraram no estado de São Paulo; além disso, os que podiam se incorporar melhor à nova pátria eram,  por sua afinidade com os portugueses ,os galegos, os quais chegaram numerosos no Rio de Janeiro (Cf. Brasil: 500 anos de povoamento).

No que diz respeito à Finlândia, segundo estatísticas publicadas no site do Memorial do Imigrante, 1 300 escandinavos partiram para o Brasil[6]. No Orkut, encontramos apenas uma comunidade, chamada “Descendentes de Finlandês”, que, por sua vez, tinha apenas um membro à época em que redigíamos este texto.

Os imigrantes da França parecem também não instigar a atenção dos autores de sites na Internet. Além de estatísticas do Memorial do Imigrante, que informam sobre 10 000 franceses que se instalaram no município de São Paulo, encontramos algumas comunidades no Orkut

Os imigrantes da Grécia e os seus descendentes, novamente segundo estatísticas do Memorial do Imigrante, contam cerca de 50 000 indivíduos no município de São Paulo, e eles iniciaram pelo menos duas comunidades no Orkut.

As estatísticas estimam que o número de imigrantes oriundos da Hungria que vivem no Brasil é igual ao de gregos, isto é 50.000 pessoas. O Orkut conta com duas comunidades referentes a esse grupo étnico, as quais, juntas, somam pouco mais de 300 membros.

Da Irlanda, e dos irlandeses, sabemos unicamente que a tentativa de assentá-los no Nordeste fracassou completamente (Cf. Brasil Escola). Seria por esta razão que se escreve no subtítulo da comunidade do Orkut intitulada "Sou descendente de irlandês!" que esta é dedicada aos irlandeses no Brasil e no mundo inteiro?

A imigração da Itália atingiu outra dimensão. Estima-se que haja mais de vinte milhões de italianos e descendentes no Brasil. Merece registrar que foi no Brasil que se forjou a identidade nacional daqueles que imigraram pouco após a unificação do seu país de origem (Cf. Boris Fausto). Muitíssimos italianos instalaram-se no estado de São Paulo, outros tantos na região do Sul; hoje os descendentes estão espalhados igualmente pelas regiões Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Goiás) e Norte (Acre e Pará), devido a migrações interestaduais. Os colonos, já que não falavam a língua padrão italiana, levaram para o Brasil os seus dialetos: algumas variedades de italiano são ainda faladas nas regiões Sul e Sudeste. O dialeto mais famoso de todos é seguramente o talian, que tem por base o vêneto e é falado em diferentes cidades do Sul brasileiro (Cf. Bolognini e Payer; ELB). Com a melhoria do contexto sócio-histórico, algumas cidades habitadas por descendentes de italianos passaram a ensinar o italiano como língua estrangeira nas escolas. Ainda temos de lembrar que na cidade de Curitiba (estado do Paraná), circula Insieme - uma revista ítalo-brasileira -, e opera uma rádio da Serra Gaúcha, que emite algumas horas de programação em talian (Cf. Wikipedia).

No Brasil fala se também leto, língua báltica procedente da Letônia. Os imigrantes letos foram morar, essencialmente, nos estados de Santa Catarina, São Paulo (nas cidades de Nova Odessa e Varpa) e Rio Grande do Sul (nas cidades de Ijuí, Jacu-Açú e Orleans). Fora do espaço privado, a língua é ouvida em apresentações musicais, em congressos anuais da Igreja Batista Leta e em demais ocasiões especiais. Os letos, de quinta geração, não desistem de atribuir nomes de origem leta ou báltica aos filhos. (Cf. ELB).

A Lituânia é mais um país báltico tambémpresente” no Brasil. Conforme o Orkut e Encyclopédie Snyke, pelo menos alguns lituanos vivem em São Paulo e no estado de Rio Grande de Sul; e deve haver um grupo folclórico lituano no Brasil chamado Rambynas e jornal lituano de São Paulo: "Musu Lietuva".

Algumas pessoas oriundas da Noruega estariam incluídos na denominação "escandinavos", nas estatísticas do Memorial do Imigrante; no Orkut, há duas comunidades norueguesas, com poucos participantes.

O holandês, língua do grupo de baixo-alemão, original dos Países Baixos, é falado no interior paulista, no município de Holambra. Em 1951, os holandeses começaram a cultivar outras plantas ornamentais e prolongaram assim a tradição do "País das Flores", transformando Holambra em "Cidade das Flores". Provavelmente, também há holandeses vivendo no Rio de Janeiro, de onde encontramos comunidades formadas no Orkut (Cf. tabela em anexo). Estão presentes também, no sul do Brasil, em cidades como: Monte Alegre, Castrolanda, Arapoti e Carambeí - no Paraná -, e Não-Me-Toque - no Rio Grande do Sul (Cf.. Bolognini e Payer, ELB).

Algumas pessoas provenientes da Polônia das primeiras décadas da colonização figuram em listas de imigrantes entre os alemães, por terem falado alemão. Há sites, porém, onde podemos ler sobre poloneses. Eles vivem em municípios como Vila Pavão (Espírito Santo), Roque Gonzales (Rio Grande do Sul), e Fortaleza (Ceará) (Cf. História do Brasil; Vila Pavão - ES; Wikipédia e a tabela em anexo).

Portugal, como descobridor do Brasil, tem uma posição específica entre os colonos. Os portugueses falam uma variedade da língua falada no Brasil, o que lhes poderia facilitarintegração na nova pátria. Eles se espalharam, mais do que qualquer outra etnia, por várias regiões do Brasil (Cf. Boris Fausto). Podemos acrescentar que os açorianos colonizaram, por exemplo, Vila Viana - no Espírito Santo - e os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Amazônia (Cf. Brasil Escola, Deutsche Welle). O fluxo de portugueses intensificou-se durante anos até que, melhorando a situação econômica de Portugal, diminuiu; por conseqüência, os lusitanos deixaram de figurar entre como os imigrantes mais numerosos.

Os emigrados do Reino Unido preferiram, obviamente, partir para os Estados Unidos da América a ir para o Brasil. No site Fala, Brasil! fala-se de alguns poucos ingleses que foram viver no Brasil. Já o Orkut oferece mais pormenores: no portal encontram-se menções a ingleses e escoceses que vivem no pais; aqueles, por exemplo, em Foz do Iguaçu, no estado de Paraná.

E o caso da República Tcheca? Os tchecos que vivem no Brasil não se esqueceram da sua origem, pelo contrário. No site Krajane.net, lemos que existem pelo menos quatro associações que reúnem tchecos e descendentes, nomeadamente: Associação Cultural Tcheca – Brasileira, em Porto Alegre (no Rio Grande do Sul); Associação dos Ex-combatentes Tchecoeslovacos, em São Paulo; Oficina Cultural Tcheca e Eslovaca do Brasil, também em São Paulo; e Sociedade Cultural Brasil – Tchecoslováquia[7]; em Brasília. O município de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, é outra localidade com presença tcheca. Em agosto de 2006, foi instalado o Comitê paraDesenvolvimento Cultural da Etnia Tcheca no Estado (Cf. Dorneles); estuda-se tambémimplantação de uma escola técnica em design no município, com intuito de levar para o estado a arte de restauração, lapidação em cristais, jóias e pedras preciosas, em que é conceituada internacionalmente a cidade tcheca de Jablonec nad Nisou. Por que investir em tal colaboração? Porque Jablonec nad Nisou é cidade co-irmã de Nova Petrópolis (Cf. Dorneles). Além disso, os descendentes de tchecos, e demais interessados, podem freqüentar aulas de tcheco na cidade.

Tchecos fixaram-se também em outros regiões do Rio Grande do Sul. E temos que mencionar quatro cidades fundadas por Jan Antonín Baťa, industrial tcheco que se instalou no Brasil: Batatuba e Mariapolis, no estado de São Paulo; Bataypora e Bataguassu, no estado de Rio Grande do Sul. Na penúltima, ainda vivem familiares do fundador, inclusive a presidente da Oficina Cultural Tcheca e Eslovaca do Brasil, a senhora Dolores Ljiljana Bata Arambasic, e descendentes dos seus empregados.

De toda a Rússia, somente a etnia teuto-russa é presente nos sites. Faltam informações sobre os russos falantes de russo. Quanto aos teutos do Volga, eles instalaram-se na localidade de Curitiba, no estado do Paraná (Cf. Brasil: 500 anos de povoamento). Outros links de artigos sobre teuto-russos no Brasil encontramos no site da Paróquia Martim Luter ou na seção “Outros Links” do site Projeto Imigração Alemã.. NO Orkut, encontramos uma comunidade que conta com mais de 800 membros.

Da Suíça também chegaram imigrantes no Brasil. Eram dois mil nas vésperas da independência. Instalaram-se, por exemplo, em Nova Friburgo - no estado de Rio de Janeiro (Cf. História do Brasil) -, e em Santa Leopoldina – no estado de Espírito Santo (Cf. Deutsche Welle). No Espírito Santo, também se encontra uma cidade de influência suíça chamada Luxemburgo. As estatísticas do Memorial do Imigrante falam sobre 3 662 suíços no município de São Paulo. Segundo informações do Orkut, já foi organizada lá a trigésima primeira Festa da Tradição Suíça.

Quanto aos imigrantes da Turquia, o site História do Brasil informa que turcos e árabes se concentraram na Amazônia. O artigo Confarad, o primeiro congresso sefardi no Brasil indica que imigraram também judeus da Turquia. Nas estatísticas do site Brasil: 500 anos de povoamento,os turcos figuram junto aos sírios e eles têm no mínimo duas comunidades no Orkut.

Que sabemos da Ucrânia? Os ucranianos acompanharam poloneses para o estado do Paraná (Cf. História do Brasil); segundo o site do Memorial do Imigrante, dos 300 000 que se mudaram para o Brasil, a proporção dos ucranianos paranaenses subiu até 90 % do total. Têm pelo menos cinco comunidades no Orkut, das quais uma pertence ao Grupo Folclórico Vesselka, que organizou a XVII Noite Ucraniana.

ainda: imigrantes de Luxemburgo, que residem, por exemplo, em Santa Leopoldina, no Espírito Santo (Deutsche Welle[8]); imigrantes da Sérvia, os quais figuram encontramos somente no Orkut (encontramos quatro comunidades que somam quase 250 membros); imigrantes da Suécia (no Orkut encontramos a comunidade denominada "Sou sueco").

E não devemos nos esquecer dos judeus, apesar de não terem um estado próprio na Europa. Os judeus europeus falavam idich (língua com base no alto-alemão) e ladino (baseado em português e espanhol). Embora haja um link no site da ELB, não encontramos nenhum artigo que indique onde o idich é falado no Brasil. O judeus sefardins, então falantes hipotéticos de ladino, hoje vivem nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraíba, e representam cerca de 35 % da população (Cf.. Confarad, o primeiro congresso sefardi no Brasil.

Em conclusão, podemos dizer: o Brasil é de verdade um país de inúmeras cores. Para conhecê-lo bem é preciso viver nele. Entretanto, aqueles que, por qualquer razão que seja, não podem viajar para , têm na Internet um intermediário que pode ajudá-los a apreciar, pelo menos um pouco, a sua grande variedade. Pode-se apreciar, ao menos, uma imagem construída a respeito da imigração. Se o nosso texto puder facilitar um pouco o primeiro contato com o Brasil europeu (ou com a Europa brasileira), não o fizemos em vão.


ANEXOS

TABELA:

Estado

comunidades no Orkut[9]

membros

 

localização

Alemanha

Alemaes no Brasil

169

 

Brasil

Alemães no Brasil

322

 

Brasil

ALEMÃES NO BRASIL

31

 

Brasil

Alemães no Rio de Janeiro

33

 

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Ascendência ALEMÃ

1760

 

Brasil

Descendentes de alemães - ES

161

 

Espírito Santo, Brasil

Descendentes de alemães em SP

32

 

Brasil

Eu sou descendente de alemães

3907

 

Brasil

Antiga República jugoslava da Macedónia

Brasil & Macedonia

63

 

São Paulo, SP, 05887, Brasil

Áustria

Orgulho se ser austriaco

1

 

Brasil

Bélgica

Descendentes de Belga

197

 

Brasil

Bulgária

Assoc. Cult. Do povo Búlgaro ("Associação Cultural do Povo Búlgaro no Brasil cuja finalidade é a de preservar as tradições étnicas e culturais dos búlgaros e gagauzos da Bessarábia e congregar os seus descendentes.")

17

 

São Paulo, São Paulo, 03165, Brasil

Dinamarca

Descendentes de Dinamarquês

6

 

Dinamarca

Família Larsen e Agregados

101

 

Brasil

Eslováquia

Comunidade Brasil-Slovensko

207

 

Brasil

Tchecos e Eslovacos no Brasil

205

 

Brasil

Espanha

Descendencia Espanhola

3792

 

Brasil

Descendência Espanhola

477

 

Brasil

Espanhois no Brasil

273

 

Brasil

Eu tenho sangue espanhol

1942

 

780057, Brasil

Sou descendente de espanhol

11849

 

Brasil

Finlândia

Descendente de Finlandês

1

 

Brasil

França

Comunidade Francesa no Brasil

484

 

Brasil

Descendentes de Franceses

2511

 

Brasil

Franceses no Brasil

372

 

Brasil

Sou descendente de Francês

1264

 

Brasil

Grécia

Descendência grega

114

 

Brasil

Eu sou descendente de grego

255

 

Brasil

Hungaria

Descendente De Húngaro

319

 

Brasil

Tenho descendência húngara

14

 

Brasil

Irlanda

Sou descendente de irlandês! ("Comunidade para todos os descendentes de irlandês no Brasil e no mundo!")

55

 

Irlanda

Itália

Comunidade Italiana no Brasil

32755

 

Brasil

Descendência Italiana

25618

 

Brasil

Descendentes de Italianos

196337

 

Brasil

Descendentes de italianos

95971

 

Brasil

Descendentes de italianos

2226

 

Brasil

Descendentes de Italianos ("Essa é uma comunidade criada para os brasileiros com ascendência italiana que queriam fazer amizades e talvez até encontrar familiares.")

37462

 

Brasil

Itália - Descendente/Ascendente

4546

 

Brasil

Italia Desc de italianos em SP

2614

 

Brasil

Sou descendente de Italiano

17402

 

Ribeirão Preto, SP, 55, Brasil

Lituânia

Descendentes de lituanos

366

 

Brasil

Lituania no Brasil

949

 

Brasil

Lituanos no Brasil

1306

 

Brasil

Os imigrantes Lituanos em SP

75

 

Brasil

Noruega

Ascendência norueguesa

1

 

Brasil

Sou descendente de Noruegues

2

 

São Paulo, SP Brasil

Países Baixos

Holandeses e descendentes - RJ

50

 

Rio de Janeiro, Brasil

Holandeses no Brasil

1048

 

Brasil

Holandeses no Brasil

238

 

Brasil

Polônia

Polacos em Fortaleza, CE

5

 

Fortaleza, CE, Brasil

Portugal

Comunidade portuguesa - Santos

155

 

Brasil

Descendentes de portugueses

1627

 

Brasil

Portugueses em Santos – SP

95

 

Brasil

Portugueses no Brasil

938

 

Brasil

Portugueses/descendentes em SP

341

 

Brasil

Reino Unido

Descendente Britânico

11

 

Brasil

Descendente de escocês

64

 

Brasil

Eu sou descendente de inglês

7

 

Brasil

Sou descendente de Inglês

63

 

Foz do Iguaú, Pr, 822348, Brasil

Sou descendente de Ingleses

231

 

13076, Brasil

República Tcheca

Tchecos e Eslovacos no Brasil

205

 

Brasil

Rússia

Sou descendente de Russo

827

 

Brasil

Sérvia

Igreja Ortodoxa Sérvia

12

 

06345, Brasil

Igreja Ortodoxa Sérvia

23

 

Brasil

Igreja Ortodoxa Sérvia

17

 

Brasil

Servios no Brasil (Srbi u Brazilu)

171

 

Yugoslavia

Suécia

Sou sueco

174

 

721104, Brasil

Suíça

Descendentes de suiços

1404

 

Brasil

Sou Helvético(a) e daí?

6

 

Brasil

Turquia

Eu sou descendente de turco

14

 

Brasil

Sou descendente de Turco

390

 

Brasil

Ucrânia

Brasil – Ucrania

3931

 

Brasil

Descendentes de ucraniano

573

 

sem localização

Grupo Folclórico Vesselka

328

 

84400, Brasil

Sociedade ucraniano brasileira ("Essa é a comunidade dos dançarinos e conhecidos do grupo KYIV de são Caetano do sul.")

139

 

Brasil

Ucranianos ("comunidade dedicada à todos os descendentes de ucranianos no Brasil")

1801

 

Brasil

comunidades supranacionais

Brasil Cigano ("da Península Ibérica")

2884

 

Brasil

Danças Folclóricas em SP

480

 

Brasil

Euro-descendentes ("Comunidade dedicada a todos os descendentes de europeus, que além da sua cultura, que influenciou o nosso país, ofertou sua ascendência gerando uma diversidade linda, maravilhosa e ímpar.")

2225

 

Brasil

Eurodescendentes ("Esta comunidade é destinada à discussão sobre a preservação étnica e racial dos Eudodescendentes/caucasianos Brasileiros.")

2038

 

Brasil

Sou descendente de imigrantes

3719

 

Brasil

Tenho sangue do Leste Europeu!

39

 

Brasil

 


Referências bibliográficas:

Barteček, Ivo. "Československá kolonizace v Brazílii", in Češi v cizině 3. Praha: Ústav pro etnografii a folkloristiku ČSAV, 1988, pp. 237-251.

Fausto, Boris. "Imigração: cortes e continuidades", in NOVAIS, Fernando (dir) & SCHWARCZ, Lilia (org). História da vida privada no Brasil: Contrastes da intimidade contemporânea. Vol. 4. São Paulo: Companhia de Letras, 2006, pp.13-61.

Ilari, Rodolfo & Basso, Renato. O português da gente: a língua que estudamos a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

Europa - o portal da União Europeia. Estados-Membros da UE. [online]. [cit. 2007-08-26]. (extraído de: http://europa.eu/abc/european_countries/index_pt.htm)

 

Material de análise (sites):

imigração em geral:

 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Brasil: 500 anos de povoamento. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de:: <http://www.ibge.gov.br/brasil500/index2.html>

Fausto, Boris. Imigração construção da nação. [online]. [cit. 2007-01-23].

http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/apresent/index.htm

FAUSTO, Boris. Histórico da imigração no Brasil. In: Diasmarques [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: http://www.diasmarques.adv.br/pt/Histórico>

Projeto imigrantes. Um pouco de História. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.projetoimigrantes.com.br/int.php?dest=hist>

Bach, Susan. Catálogo especial n° 203. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://sbachbooks.com.br/Uploaded/Imigracao.pdf>

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Diasmarques. Imigração, naturalização, cidadania e vistos. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.diasmarques.adv.br/pt/areas_atuacao.htm>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes[10]. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Governo do Estado de São Paulo. Museu da Imigração e Memorial do Imigrante. [online]. [cit. 2007-08-26]. Extraído de: <http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_imigr.htm>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Mundo Sites. Imigrantes e história da imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mundosites.net/historiadobrasil/imigracao.htm>

Orkut. [online]. [cit. 2007-08-13]. Extraído de: <http://www.orkut.com>

Plenarinho. Todas as línguas do Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2006-03]. cessível de: <http://www.plenarinho.gov.br/brasil/Reportagens_publicadas/todas-as-linguas-do-brasil>

Projeto imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.projetoimigrantes.com.br>

Sua pesquisa. Imigração i imigrantes[11]. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.suapesquisa.com/historia/imigracao/>

● línguas em geral:

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Nardi, Jean Baptiste. Línguas minoritárias e memória. [online]. [cit. 2007-03-09]. <http://www.apreis.org/docs/bresil/Lang.minor.mem_jbnardi_vp.pdf>

ELB – Enciclopédia das Línguas no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/>

● religião:

Portal Luteranos. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.luteranos.com.br/#Scene_1>

● localidades no Brasil:

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Wikipedia. Río Grande do Sur –. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul>

Wikipedia. Roque Gonzales. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_Gonzales>

Wikipedia. Santa Catarina. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina>

imigração européia por estados:

Alemanha

Brasil Alemanha – o portal oficial da imigração alemã no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.brasilalemanha.com.br/>

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

Deutsche Welle. O recomeço no além-mar. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1146775,00.html>

ELB. Alemão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/alemao.htm>

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

História por Voltaire Schilling. Alemães no sul do Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2004-07-23]. Extraído de: <http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/brasil.htm>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Nadalin, Sérgio Odilon. Como luteranos alemães tornaram-se brasileiros. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://historia_demografica.tripod.com/bhds/bhd29/nadalin.pdf>

Nardi, Jean Baptiste. Línguas minoritárias e memória. [online]. [cit. 2007-03-09]. <http://www.apreis.org/docs/bresil/Lang.minor.mem_jbnardi_vp.pdf>

Plenarinho. Todas as línguas do Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2006-03]. cessível de: <http://www.plenarinho.gov.br/brasil/Reportagens_publicadas/todas-as-linguas-do-brasil>

Projeto imigração alemã. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.rootsweb.com/~brawgw/alemanha/Projeto_imigracao_alema.htm>

Seyferth, Giralda. Alemães. [online]. [cit. 2007-01-09]. <http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/alemaes/index.htm>

Seyferth, Giralda. Os alemães no Brasil: uma síntese. [online]. [cit. 2007-01-23]. <http://comciencia.br/reportagens/migracoes/migr18.htm>

Wikipedia. Hunsrückisch. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Hunsr%C3%BCckisch>

Wikipedia. Imigração alemã no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil>

Wikipedia. Roque Gonzales. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_Gonzales>

Wikipedia. Santa Catarina. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina>

Pomeranos

ELB. Pomerando. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/pomerano.htm>

Pastor da IECLB lança os primeiros livros em Pomerano. [online]. [cit. 2007-01-07]. [artigo de 2006-09-11]. Extraído de: <http://www.luteranos.com.br/articles/8005/1/Pastor-da-IECLB-lanca-os-primeiros-livros-em-Pomerano/1.html>

Costa Doce. Caminho Pomerano. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.portalcostadoce.com.br/site/caminhoPomerano.asp>

Nunomura, Eduardo. No Brasil, pomeranos buscam uma cultura que se perde. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-01-01]. Extraído de: <http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=941>

Nu is de Welt platt!: A língua e a cultura baixo-saxã / baixo-alemã na Latino-América. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.lowlands-l.net/plattewelt/platt-lamerica.htm>

Pomerodeonline.com.br [online]. [cit. 2007-08-26]. Acessível de: <http://pomerodeoline.com.br>

Vila Pavão ES. . [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.vilapavao.es.gov.br/banco_noticias/materia_municipio_pomerano.htm>

Wikipedia. Pomeranos. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Pomerano>

Áustria

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

ELB. Alemão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/alemao.htm>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Espanha

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Fausto, Boris. Espanhóis. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/espanhol/index.htm>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Estônia

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Finlândia

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

França

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

História por Voltaire Schilling. Brasil, entre Normandos e Portugueses. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2004-06-17]. Extraído de: <http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/brasil.htm>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Grécia

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Hungria

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Irlanda

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Itália

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

ELB. Italiano. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/italiano.htm>

ELB. Talian. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/talian.htm>

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Fausto, Boris. Italianos. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/italiano/index.htm>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Insieme – a revista italiana daqui. Valensise, Michele. 25 milioni di brasiliani di origine italiana. [online]. [cit. 2007-01-24]. Extraído de: <http://www.insieme.com.br/portal/conteudo.php?sid=146&parent=146>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Nardi, Jean Baptiste. Línguas minoritárias e memória. [online]. [cit. 2007-03-09]. <http://www.apreis.org/docs/bresil/Lang.minor.mem_jbnardi_vp.pdf>

Oliboni, Bernardete Soldatelli. A estigmatização como fator determinante dos bloqueios de fala de descendentes de imigrantes italianos do nordeste do Rio Grande Do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.salvador.edu.ar/publicaciones/ideas/ii/11.pdf>

Piovesan, Sergio. Il "Talian". [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de:<http://www.coromarmolada.it/talian.htm>

Plenarinho. Todas as línguas do Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2006-03]. cessível de: <http://www.plenarinho.gov.br/brasil/Reportagens_publicadas/todas-as-linguas-do-brasil>

Seyferth, Giralda. Os alemães no Brasil: uma síntese. [online]. [cit. 2007-01-23]. <http://comciencia.br/reportagens/migracoes/migr18.htm>

Veveti nel Mondo. Beggiato, Ettore. Dal Brasile un vocabolario veneto-portoghese. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2001-01]. Extraído de: <http://www2.regione.veneto.it/videoinf/periodic/libri/beggiato.htm>

Vila Pavão ES. . [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.vilapavao.es.gov.br/banco_noticias/materia_municipio_pomerano.htm>

Walewska, Sant Anna Mori. História da imigração italiana no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mariotti.com.br/historia.html>

Wikipedia. Imigração italiana no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_italiana_no_Brasil>

Wikipedia. Roque Gonzales. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_Gonzales>

Wikipedia. Santa Catarina. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina>

Wikipedia. Talian. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Talian>

Letônia

ELB. Leto ou Letão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/letoletao.htm>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Lituânia

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Rambynas. [online]. [cit. 2007-12-08]. Extraído de: <http://www.rambynas.com/lietuva/pgrambynet/rambynet.html>

Luxemburgo

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

Noruega

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Países Baixos

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

ELB. Holandês. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/leiamais_holandes.html>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

Polônia

ELB. Alemão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/alemao.htm>

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Seyferth, Giralda. Os alemães no Brasil: uma síntese. [online]. [cit. 2007-01-23]. <http://comciencia.br/reportagens/migracoes/migr18.htm>

Vila Pavão ES. . [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.vilapavao.es.gov.br/banco_noticias/materia_municipio_pomerano.htm>

Wikipedia. Roque Gonzales. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Roque_Gonzales>

Wikipedia. Santa Catarina. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina>

Portugal

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

Fausto, Boris. Portugueses. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/portugue/index.htm>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Vila Pavão ES. . [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.vilapavao.es.gov.br/banco_noticias/materia_municipio_pomerano.htm>

Wikipedia. Río Grande do Sur –. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul>

Reino Unido

Fala, Brasil! Bolognini, Carmen Zink. – Payer, Maria Onice. Línguas Estrangeiras, Línguas de Imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2005-05-04]. Extraído de: <http://www.brazil-brasil.com/content/view/393/78/>

ELB. Inglês. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/ingles.htm>

República Tcheca

Dorneles, Kassandra. Cônsul da República Tcheca visita o Jardim da Serra Gaúcha. [online]. [cit. 2007-06-04]. [artigo de 2006-10-13]. Extraído de: <http://www.novapetropolis.rs.gov.br/det_noticias.php?id=509&tipo>

Dorneles, Kassandra. Etnia tcheca é homenageada na assembléia legislativa. [online]. [cit. 2007-01-23]. [artigo de 2006-11-08]. Extraído de: <http://www.novapetropolis.rs.gov.br/det_noticias.php?id=576&tipo=>

Embaixador e embaixatriz da República Tcheca visitam o governador José Reinaldo. [online]. [cit. 2007-01-09]. [artigo de 2005-06-28]. Extraído de: <http://www.ma.gov.br/cidadao/noticias.php?Id=3239>

Krajane.net: Krajanské spolky a organizace. [online]. [cit. 2007-08-26]. Extraído de: <http://krajane.radio.cz/cs/societies_default>

Radio Praha. Jan Antonín Baťa. [online]. [cit. 2007-06-04]. Extraído de: <http://www.radio.cz/cz/clanek/91633>

União Cultural Tcheco Brasileira. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.unitcheco.com.br>

Rússia

teuto-russos

ELB. Alemão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/alemao.htm>

Martin Luter. Imigração no RS e Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mluther.org.br/Imigracao/imigracao.htm>

Projeto imigração alemã. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.rootsweb.com/~brawgw/alemanha/Links_alemanha_brasil.htm>

Suécia

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Suíça

Brasil Escola. Imigração no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.brasilescola.com/geografia/imigracao-no-brasil.htm>

Deutsche Welle. Jacobsen, Adriana. As marcas dos alemães no Espírito Santo. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.dw-world.de/popups/popup_printcontent/0,,1313499,00.html>

ELB. Alemão. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/alemao.htm>

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Ucrânia

História do Brasil. Imigração no Brasil. imigrantes. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.historiadobrasil.net/imigracao/>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>

Projeto imigração alemã[12]. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.rootsweb.com/~brawgw/alemanha/Links_alemanha_brasil.htm>

Wikipedia. Santa Catarina. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://gl.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina>

Judeus

Confarad, o primeiro congresso sefardi no Brasil. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.comciencia.br/reportagens/migracoes/migr20.htm>

ELB. Idich. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/idich.htm>

Encyclopédie Snyke. Rio Grande do Sul. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://encyclopedie-pt.snyke.com/articles/rio_grande_do_sul.html>

Fausto, Boris. Judeus. [online]. [cit. 2007-01-09]. Extraído de: <http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/imigra/judeus/index.htm>

Memorial do imigrante. [online]. [cit. 2007-01-23]. Extraído de: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm>; com links de estatísticas no site: <http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/historico/index.htm>



[1] Por ordem alfabética: Albânia, Alemanha, Andorra, Antiga República jugoslava da Macedônia, Armênia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorússia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estado da Cidade do Vaticano, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Hungria, Chipre, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, São Marino, Sérvia, Suécia, Suíça, Turquia, Ucrânia.

[2] Trata-se de um serviço de correios eletrônicos.

[3] A Enciclopédia das Línguas do Brasil é um projeto desenvolvido pelo Laboratório de Estudos Urbanos (LABEURB) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

[4] Para quem deseja saber mais sobre os pomeranos, recomendamos também o site Pomerodeonline.com.br, que oferece artigos temáticos de esfera cultural e histórica e uma lista de eventos organizados pela comunidade.

 

[5] A Bessarábia é situada na Moldávia atual.

[6] O autor não indica em qual época tal fato se deu.

[7] Outra vez notamos a estreita ligação entre a Chéquia e a Eslováquia…

[8] Infelizmente não encontrei nenhuma outra referência.

[9] Mantenho a grafia das "comunidades".

[10] texto idêntico ao da Sua pesquisa, mas acompanhado de bibliografia

[11] texto idêntico ao da História do Brasil, mas sem bibliografia

[12] com links do site de imigrantes de origem germânica originários de Bukovina (Ucrânia) para Lapa, PR